por um jornalismo “mais” participativo
“Presenciou um fato importante?
Registrou um flagrante de notícia em foto ou vídeo?
Envie sua reportagem para o G1 e seja jornalista cidadão!”
Esse é um tentador convite do site G1, onde toda e qualquer pessoa pode virar “jornalista por um dia”. Imagina!! “Qualquer um” poder mandar um assunto que julgue importante e ele virar notícia para todo o mundo ver. Pois é, essa é a nova onda na Internet, mobilizar o cara em casa a produzir. E, as novas tecnologias para produção de fotos e vídeos facilita e muito essa processo.
Jornalismo Cidadão, ou Jornalismo Participativo ou ainda Jornalismo Colaborativo é uma idéia de jornalismo na qual o conteúdo, seja ele em texto, imagem ou som, é produzido por pessoas comuns. O Jornalismo Cidadão ganhou força nos últimos anos a partir do advento das ferramentas de edição e publicação na internet como wikis, blogs e a popularização dos celulares equipados com câmeras digitais, além de outras NTICs.
No G1, por exemplo, as pessoas podem mandar vídeos, textos e fotos. São publicados e tem atém ranking das matérias mais lidas. Há também enquetes para saber o que interessa o internauta, quiz para a participação do internauta. E, todas as matérias encaminhadas são colocadas na capa do site, de acordo com a publicação.

Outro site, só que esse é completamente produzido pelos internautas é o OhmyNews. Um site, sul coreano que está na rede desde 2002 bomba na internet. O OhmyNews conta com uma espécie de legião de veneradores, dentre escritores que querem ver suas opiniões espalhadas amplamente e leitores que afirmam que só desta forma podem ter acesso a informações não-censuradas.

Os mais de 150 artigos postados diariamente no site vão de notícias de última hora até análises políticas sofisticadas, escritas por pessoas que se sentem ignoradas pela grande mídia. Os leitores do OhmyNews podem comentar os textos instantaneamente e – se realmente gostarem da matéria – fazer contribuições em dinheiro.
Com o slogan “cada cidadão é um repórter”, o site conseguiu atrair uma audiência de uma maneira que a imprensa e televisão americanas, que vêm sofrendo com a queda de leitores e telespectadores, apenas sonham.
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